terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Eu canto no meu canto


Qualquer chão é palco para mim.
Resgato cifras mofadas de uma adolescência sem fim
E com um velho violão  semi-desafinado, emprestado
De alguém que encontrei anos atrás tão abandonado quanto eu,
Canto na alma todas as músicas que me dizem respeito
Todas elas que quero cantar para mim e para quem queira verdades
Para mim e para quem quiser também dizer algo a alguém.

Canto também para Ninguém, se Ninguém quiser dizer verdades.

Canto para fora e para dentro
canto apressado e canto lento

Canto as coisas das quais sou feito:
mar, sol e vento...

E para terminar,
(Para melhor você compreender  o que lê)
Espero que possa imaginar
O que não houve
E o que não vê.
 
 
 
*

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