sábado, 27 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ainda vai chão...


Lá vai o meu tempo já bem à frente da linha do meio do dia da minha vida. Encaminhando-se para o poente de tudo que resta para mim. Vai arrastando o que sou e o que ficou por ser. Lá vai o meu tempo direcionando-se à porta de saída... Mas antes ainda leva chão. 

E neste chão que me resta, vou correr descalso e brincar do que eu quiser. 
Pedalar, fotografar, tocar violão, fazer quintais iguais aos que imagino, subir em telhados buscando no céu coisas acesas, fazer fogueiras à beira mar... Soltar pássaros, deslizar em ondas, mapear litorais, organizar dicionários e escrever contos com as coisas do céu, do mar e do amor...

Preciso dar importância a tudo isso, pois o que sou é importante para mim.




@zekrodrigues

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Ao fim do dia...


Eu respeito todas as pessoas, mas preciso, primeiramente, dar importância e proteger a pessoa que eu sou! De uma maneira ou de outra, todas as pessoas acabam exercendo influência (positiva ou negativa) sobre as outras com quem convivem. Sendo assim, a pessoa que eu sou, tem parcela de participação na pessoa que você é. Por isso são importântes os bons exemplos, para que o que houver de mau no seu próximo não seja - de certa forma - culpa sua.




sábado, 20 de agosto de 2011

Um sábado singular

Acordei com uma certeza: vou ao mar! 
E fui: bike, mp3, boné, mochila, câmera. De mais não preciso. 
Fui ver o cotidiano das pessoas.

Vi uma lua boêmia, que atravessou a noite e teimava em não dormir.



Vi um corpo à deriva, sofrendo de grande solidão. 
E descobri que a maior solidão do mundo é a solidão dos corpos mortos, 
pois nem mesmo sua alma está mais ali.




Vi a natureza simples e impecavelmente perfeita.



Vi pessoas buscando-se a si mesmas em descansos e repousos, 
tentando encaixar a luva que é a alma na mão que é o corpo,
para que assim, talves, 
seja mais fácil seguir vivendo a vida.




Vi uma linda fortaleza fincada à beira-mar, 
desafiando os tempos, como deve ser o próprio mausoléu do Poseidon.




Vi pais de família lutadores, 
enfrentam o mar e arrancarem dele o sustento.




Vi pessoas de bem umas com as outras,
levando adiante suas vidas, 
sem que os desmandos dos destino
os tenham infortunado.



Vi que o meio ambiente está pedindo socorro



Vi até golfinhos...



Vi que bom senso ainda não é um bem comum



Enfim, vi que enquanto eu conseguir chegar ao mar de bike
estarei feliz.



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